A Grinding Gear Games revelou oficialmente a chegada da classe Druida em Path of Exile 2, trazendo consigo uma das mecânicas mais aguardadas pelos fãs: transformações em Urso, Lobo e Wyvern. Apresentado em novo vídeo de gameplay, o Druida chega como uma das classes mais versáteis do jogo, reunindo combate físico brutal, mobilidade, magia elemental e formas metamórficas em um único arquétipo. A novidade reforça a ambição de Path of Exile 2 em ampliar drasticamente a diversidade de estilos de jogo.
Diferente do conceito clássico de invocador puro, o Druida foi pensado como uma classe híbrida, capaz de alternar entre ataques diretos e habilidades mágicas conforme a situação. As transformações não são apenas visuais, mas alteram completamente o estilo de combate, oferecendo novas rotas estratégicas tanto para jogadores focados em dano quanto para os que preferem resistência e controle de campo.
Quando a natureza assume a linha de frente do combate
Cada forma do Druida em Path of Exile 2 cumpre um papel claro no campo de batalha. A forma de urso prioriza força bruta, resistência elevada e ataques em área, funcionando como uma verdadeira muralha viva contra grandes grupos de inimigos. Já a forma de lobo aposta em velocidade, acertos críticos e mobilidade, ideal para jogadores que preferem estilo agressivo e rápido. Por fim, a forma de wyvern introduz combate aéreo e habilidades elementais, ampliando o leque de possibilidades ofensivas e de posicionamento.
A alternância entre as formas acontece de maneira dinâmica, permitindo que o jogador adapte sua abordagem em tempo real, algo que representa uma evolução significativa no sistema de classes da franquia.
Uma classe pensada para mudar o ritmo do endgame
Nos bastidores, a Grinding Gear Games explicou que o Druida foi desenvolvido para impactar diretamente o equilíbrio do endgame. Diferente de classes focadas em um único padrão de progressão, o Druida oferece múltiplas curvas de crescimento dentro da mesma build, incentivando experimentação constante. Isso fortalece o aspecto de rejogabilidade, um dos pilares centrais de Path of Exile 2.
A escolha das transformações também dialoga com a filosofia do estúdio de manter o jogo profundo sem perder fluidez. Cada forma possui sinergias próprias com gemas, equipamentos e talentos passivos, mantendo o DNA complexo da franquia, mas de forma mais acessível ao jogador moderno.
Um sinal claro do salto de ambição da sequência
A chegada do Druida evidencia o quanto Path of Exile 2 não se limita a ser apenas uma expansão do jogo original, mas sim uma reconstrução profunda de suas fundações. Ao apostar em classes com identidade forte, transformações totalmente funcionais e impacto real no gameplay, a Grinding Gear Games reforça sua intenção de reposicionar a franquia no topo do gênero ARPG para a nova geração.
Se o Druida já chega mostrando esse nível de complexidade e variedade, a expectativa em torno das próximas classes e sistemas só cresce. Para os jogadores, fica a sensação clara de que Path of Exile 2 está sendo moldado para ser mais do que uma simples continuação e sim um novo marco dentro do gênero.







