March of Giants muda de mãos: Ubisoft assume o MOBA e promete grande atualização para “virar a chave”

A Ubisoft oficializou a aquisição de March of Giants, MOBA free-to-play que estava em desenvolvimento pela Amazon Games Montreal, e já deixou claro que a mudança vem acompanhada de plano imediato: o time está preparando o próximo grande update do jogo. A notícia chama atenção por dois motivos: a Ubisoft não comprou só a IP, mas também absorveu a equipe responsável pelo projeto e, segundo as empresas, o game entra agora em uma fase pensada para crescimento de longo prazo.

Quando uma IP muda de mãos, a mensagem costuma ser “vamos fazer dar certo”

No anúncio oficial, a Ubisoft afirma ter adquirido March of Giants (antes ligado ao estúdio de Montreal da Amazon) e confirma que a equipe continuará o desenvolvimento dentro da estrutura da Ubisoft. O movimento soa como uma aposta para aproveitar um projeto já em andamento e reposicioná-lo com mais fôlego operacional, uma estratégia comum quando uma publisher enxerga potencial, mas quer acelerar direção, calendário e sustentação.

O “primeiro grande update” não é cosmético

Tanto a Ubisoft quanto a Amazon destacam que o próximo update está sendo tratado como um passo grande, com novos “giants”, expansão de modos competitivos e sistemas fundamentais pensados para sustentar a evolução do jogo, ou seja, não é só balanceamento e skin, a promessa é mexer em pilares para preparar March of Giants para um ciclo mais sólido de testes e crescimento.


O que March of Giants está tentando fazer diferente no gênero MOBA

March of Giants vem sendo descrito como um MOBA que combina combate em rotas com foco em coordenação e domínio do campo de batalha, com a “fantasia” central de controlar gigantes em confrontos por equipe. A própria Amazon cita que o jogo passou por alpha fechado e que o próximo passo envolve evolução do pacote competitivo, o que ajuda a explicar por que a Ubisoft quer pegar o volante justamente agora.

O impacto da aquisição para o mercado e para quem joga

Para o mercado, a compra reforça duas tendências, a primeira são publishers reforçando presença em jogos de serviço e a segunda são projetos promissores mudando de casa antes de “morrer na praia”. Para a comunidade, a parte prática é simples, o jogo continua, com time dedicado e com promessa de update grande no horizonte. Em alguns relatos internacionais, a expectativa é de novos playtests em 2026, o que indica uma cadência mais estruturada após a transição.

Uma nova fase que vai ser julgada no patch, não no comunicado

No fim, a aquisição é um sinal forte, mas o que vai definir o futuro de March of Giants é a execução. Se o “major update” realmente entregar novos gigantes, modos e sistemas capazes de segurar a base competitiva, a Ubisoft pode transformar um projeto em transição em um novo produto relevante no multiplayer. Caso contrário, vira só mais um exemplo de como o gênero é impiedoso com jogos que não acertam rápido o loop de retenção.

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